quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Feira da Ciência e Tecnologia (peixes híbridos)

A equipe do 2º ano "C" da Escola de Ensino Médio Beni Carvalho informou e demonstrou com auxílio de pequenos vídeos o processo de reprodução de peixes híbridos em centros de pesquisas.
Após selecionar os peixes de espécies diferentes (macho e fêmea), esses recebem doses de hormônio. Esse processo é chamado de hipofização. A fêmea por sua vez ao tomar a segunda dose tem sua papila genital suturada (costurada) que só será cortada a linha na hora da eliminação dos óvulos, nos quais serão coletados em uma bacia. Na sequência é retirado os espermatozóides e misturado aos óvulos com auxílio de água que é necessário para ativar os espermatozóides, e esses só tem a partir desse momento 60 segundos para fecundar os óvulos, caso contrário morrerão.
Depois da fecundação do óvulo acontece sucessivas divisões celulares "desenvolvimento" que darão origem ao novo peixe (larva). Então são colocados em uma incubadora até eclodirem "nascer".Temos então peixes híbrido chamado de TAMBATINGA formada pela união de óvulos de um Tambaqui (fêmea) e um Pirapitinga (macho). Vejam os vídeos!!!!!

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Feira de Ciências e Tecnologias

A Feira de Ciências e Tecnologias deste ano de 2008 foi um sucesso. O tema Evolução e Diversidade abriu um leque de subtemas e, nossos alunos, orientados pelos professores, se destacaram.

Todos estão de parabéns: Núcleo Gestor, professores, funcionários e, principalmente, os alunos que abrilhantaram a Feira com seus projetos e felicidade estampada nos rostos.


segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Feira de Ciências e Tecnologias( Carbono 14)

Feira de Ciências e Tecnologias -3.10.2008
Tema:Evolução e Diversidade
Projeto: Carbono 14
Equipe: Júlia, Alisson Léo, Kayo, Jessika
Turma: 2º Ano F
Orientação: profa. Kilvia da Costa

Feira de Ciências e Tecnologias( Química da Beleza)

A Feira aconteceu no dia 3.10.2008 com o tema Evolução e Diversidade.

Participaram deste Projeto:

-Aldenisa Firmino

-Aldenilza Costa

-Elizabeth Antunes

-Lucas Vinícius

Turma: 3º Ano B

Orientação: Profa. Kilvia da Costa


quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Relatório de aula prática - Comentado e Corrigido

Escola de Ensino Médio Beni Carvalho
Professora: Kilvia da Costa
Disciplina: Química
Alunas: Luana Paula da Costa Braga
Mayara jerônimo Cardoso
Data: 26.9.08
Relatório da aula prática de Química
Título:
Fenômenos Físicos e Fenômenos Químicos
Objetivos:
- Realizar alguns fenômenos descritos;
- Observar e compreender os fenômenos químicos.
Introdução:
Neste relatório está introduzida informações dos experimentos realizados em uma aula prática que tivemos no laboratório de Química.
As informações foram conseguidas através da professora de Química, Kilvia.
Materiais e Métodos:
1º Experimento – Formação da ferrugem
- Numerar dois tubos de ensaio, previamente colados com cola branca;
- Coloca-se a palha de aço seca até a metade do tubo de ensaio 1;
- Repetir o procedimento anterior no tubo 2, estando a palha de aço umedecida;
- Mergulhar os tubos no béquer contendo um pouco de água;
- Deixar em repouso por meia hora, observar e anotar o resultado.
Com esse experimento aprendemos que a ferrugem é causada pelo oxigênio.
Comentário: Isso é conclusão e não deveria estar aqui nos materiais e métodos.
2º Experimento – Obtenção do hidrogênio
- Colocar alguns pedaços de papel alumínio em um tubo de ensaio;
- Acrescentar 5 gotas de hidróxido de sódio e tampar imediatamente o tubo de ensaio com o dedo polegar;
- Observar por alguns instantes os acontecimentos e anotar;
- Liberar o gás próximo às chamas da vela e anotar o que acontece.
Por alguns instantes observamos que o papel ia se decompondo e saindo um gás, gás esse que ela colocou perto da chama de uma vela para que o ar contido dentro do tubo apagasse a vela.
Essa experiência foi a mais engaçada porque a pressão que o ar que estava no tubo fazia no dedo da professora e ela não conseguia segurar e quando ela ia soltar o ar perto da chama, ela não apagava. Resultado, a chama foi apagada com o sopro da professora.
Comentário: Essa parte deveria estar nos resultados.
3º Experimento – Perda de água de hidratação
- Adicione uma pequena porção de CuSO4.5H2O( sulfato de cobre penta hidratado) a um tubo de ensaio;
- Aqueça o sistema de bico de gás. Aos primeiros sinais de transformação apague a chama e observe o sistema .
- Após o esfriamento, adicione 2 ou 3 gotas de água destilada ao tubo e observe.
Essa experiência foi muito interessante, o que ela colocou no tubo parecia um sal, tinha a cor azul. Com o aquecimento o sal passou da cor azul para a cor branca, e o mais o mais interessante foi quando colocou água, voltou a ser a cor azul novamente.
Comentário: Essa parte também deveria estar nos resultados.
Questões pós-laboratório:
1) Defina fenômeno físico e fenômeno químico.
Fenômenos físicos: não ocorrem alterações na substância que compõe a matéria. Exemplos: gelo derretendo e a água congelando-se.
Fenômenos químicos: ocorrem alterações na substância que compõe a matéria. Exemplo: transformações de papel em cinzas.
Muito bem! È isso mesmo.
2) No 1º experimento, como ficou o nível de água nos tubos? Por quê?
No tubo que continha a palha de aço úmida entrou um pouco de água. No que continha a palha de aço seca, a água não entrou.
Complemento: O oxigênio foi consumido na formação da ferrugem, fazendo com que a água entrasse no tubo para ocupar o lugar do oxigênio.
3) O que aconteceu no segundo experimento, com as chama da vela?
Deveria ter sido apagada com o ar contido no tubo, mas não conseguimos esse objetivo, pois a professora não conseguia segurar bastante pressão para que a chama apagasse.
Complemento: O gás produzido era hidrogênio e o que mantém a chama da vela acesa é o oxigênio, por isso a chama da vela poderia ter apagada e não foi, devido a algumas condições, mas houve combustão do gás inclusive com barulho de explosão.
4) Qual experimento é fenômeno físico? Por quê?
Resposta: Não houve experimento, direto, com fenômeno físico, mas o derretimento da parafina da vela e a condensação dos vapores de água no tudo de ensaio nos experimentos 2º e 3º respectivamente, são exemplos disso.
Resultados: Aqui ficou em branco, mas tenho certeza que breve será preenchido.
Conclusão:
Esse relatório foi concluído com bastante atenção, pelas informações que foram recebidas pela professora. Informações que serviram para o nosso conhecimento nessa área.esperamos que a professora goste do nosso relatório, pois expressa a nosa opinião para com os experimentos realizados.
Comentário: Gostei bastante do relatório e tenho certeza que vocês melhorarão cada vez mais. Tenham sempre o cuidado de seguir o roteiro de relatório que está no blog e tentem fazer uma conclusão da aula, dos tópicos da aula. Procurem também enriquecer o relatório com outras fontes bibliográficas.
Referência Bibliográfica
-Castelo Branco, Francisco Fábio. Práticas de Química- Fortaleza: Edições Demócrito Rocha, 2004.

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Método Científico

Método científico
A palavra método vem do grego méthodos, (caminho para chegar a um fim). O método científico é um conjunto de regras básicas para desenvolver uma experiência a fim de produzir novo conhecimento, bem como corrigir e integrar conhecimentos pré-existentes. Na maioria das disciplinas científicas consiste em juntar evidências observáveis, empíricas (ou seja, baseadas apenas na experiência) e mensuráveis e as analisar com o uso da lógica. Para muitos autores o método científico nada mais é do que a lógica aplicada à ciência (Haddad).
Metodologia literalmente refere-se ao estudo dos métodos e, especialmente, do método da ciência, que se supõe universal. Embora procedimentos variem de uma área da ciência para outra (as disciplinas científicas), diferenciadas por seus distintos objetos de estudo, consegue-se determinar certos elementos que diferenciam o método científico de outros métodos (filosófico, algoritmo – matemático, etc.).
O contexto de uma pesquisa
Primeiramente os pesquisadores definem proposições lógicas ou suposições (hipóteses) para explicar certos fenômenos e observações, e então desenvolvem experimentos que testam essas hipóteses. Se confirmadas, as hipóteses podem gerar leis e teorias. Integrando-se hipóteses de certa área em uma estrutura coerente de conhecimento contribuí-se na formulação de novas hipóteses, bem como coloca as hipóteses em um conjunto de conhecimento maior que são as leis e teorias reconhecidas consensualmente pela comunidade científica e/ou o paradigma de seu tempo.
Outra característica do método é que o processo precisa ser objetivo, e o cientista deve ser imparcial na interpretação dos resultados. Sobre a objetividade, ou seja, atente às propriedades do objeto e não do sujeito (subjetividade) é conhecida a afirmação de Hans Selye, pesquisador canadense que formulou a moderna concepção de stress: “Quem não sabe o que procura não entende o que encontra” referindo-se a necessidade de formulação de definições precisas (a essência dos conceitos) e que possam ser respondidas com o simples sim ou não. Tanto a imparcialidade (evidência) como a objetividade foram incluídas por René Descartes (1596 – 1649) nas regras lógicas que caracterizam o método científico.
Além disso, o procedimento precisa ser documentado, tanto no que diz respeito à fonte de dados como as regras de análise, para que outros cientistas possam re-analisar, reproduzir e verificar a confiabilidade dos resultados. Assim se distingue os relatos científicos (artigos, monografias, teses e dissertações) de um simples estilo (padrão) ou arquitetura de texto orientados pelo que caracteriza as normas da Retórica ou estudo do uso persuasivo da linguagem, em função da eloqüência.
É comum o uso da análise matemática ou estatística, quando possível, ou aproximação de modelos abstratos (tipos ideais) e categorias de classificação a depender do objetivo da pesquisa (identificar, descrever, analisar) que pode ser basicamente quantitativa ou qualitativa.
A divisão da ciência em áreas ou distintas disciplinas cientificas tem levado a tais adequações da metodologia. É comum a afirmação de que em função da evolução do método cientifico num extremo temos a física e química seguida da biologia e por último as ciências sociais, psicologia e ciências jurídicas quase se aproximando da filosofia e estudo das crenças (senso comum) ou ciências do espírito (sistemas mítico - religiosos).
Contudo pesquisadores contemporâneos vêem nessas duas abordagens uma oposição complementar, enquanto as pesquisas quantitativas visam descrever e explicar fenômenos que produzem regularidades mensuráveis são recorrentes (ou discrepantes) e exteriores ao sujeito (objetivos) na pesquisa qualitativa o observador (sujeito) é da mesma natureza que o objeto de sua análise e, ele próprio, uma parte de sua observação (o subjetivo).
É importante ter em mente que as pesquisas cientificas relacionam-se com um modelo (paradigmático) ou uma constelação de pressupostos e crenças, escalas de valores, técnicas e conceitos compartilhados pelos membros de uma determinada comunidade científica num determinado momento histórico.
Elementos do método científico
"Ciência é muito mais uma maneira de pensar do que um corpo de conhecimentos." - Carl Sagan
"...ciência consiste em agrupar factos para que leis gerais ou conclusões possam ser tiradas deles." - Charles Darwin

O método científico é composto dos seguintes elementos:

  • Caracterização - Quantificações, observações e medidas.
  • Hipóteses - Explicações hipotéticas das observações e medidas.
  • Previsões - Deduções lógicas das hipóteses.
  • Experimentos - Testes dos três elementos acima.

  • O método científico consiste dos seguintes aspectos:
  • Observação - Uma observação pode ser simples, isto é, feita a olho nu, ou pode exigir a utilização de instrumentos apropriados.
  • Descrição - O experimento precisa ser replicável (capaz de ser reproduzido).
    Previsão - As hipóteses precisam ser válidas para observações feitas no passado, no presente e no futuro.
  • Controle - Para maior segurança nas conclusões, toda experiência deve ser controlada. Experiência controlada é aquela que é realizada com técnicas que permitem descartar as variáveis passíveis de mascarar o resultado.
  • Falseabilidade - toda hipótese tem que ser falseável ou refutável. Isso não quer dizer que o experimento seja falso; mas sim que ele pode ser verificado, contestado. Ou seja, se ele realmente for falso, deve ser possível prová-lo.
  • Explicação das Causas - Na maioria das áreas da Ciência é necessário que haja causalidade. Nessas condições os seguintes requerimentos são vistos como importantes no entendimento científico:
    · Identificação das Causas
    · Correlação dos eventos - As causas precisam se correlacionar com as observações.
    · Ordem dos eventos - As causas precisam preceder no tempo os efeitos observados.
    Na área da saúde a natureza da associação causal foi formulada por Hence e adaptada por Robert Koch em 1877 para demonstração da relação causal entre microrganismos e patologias consistindo basicamente no enunciado acima ou seja: força da associação (conectividade); seqüência temporal (assimetria); transitividade (evidência experimental); previsibilidade/ estabilidade.
    Uma maneira linearizada e pragmática de apresentar os quatro pontos acima está exposto a seguir passo-a-passo. Vale a pena notar que é apenas um exemplo, não sendo obrigatório a existência de todos esses passos. Na verdade, na maioria dos casos não se segue todos esses passos, ou mesmo parte deles. O método científico não é uma receita: ele requer inteligência, imaginação e criatividade. O importante é que os aspectos e elementos apresentados acima estejam presentes.
  • Definir o problema.
  • Recolhimento de dados
  • Proposta de uma hipótese
  • Realização de uma experiência controlada, para testar a validade da hipótese
  • Análise dos resultados
  • Interpretar os dados e tirar conclusões, o que serve para a formulação de novas hipóteses.
  • Publicação dos resultados em monografias, dissertações, teses, artigos ou livros aceitos por universidades e ou reconhecidos pela comunidade científica.

Observe-se que nem todas as hipótese podem ser confirmadas ou refutadas por experimentos e que em muitas áreas do conhecimento o recolhimento de dados e a tentativas de interpretá-los já é uma grande tarefa como nas ciências humanas e jurídicas (criminologia).
O acidente
É comum considerar alguns dos mais importantes avanços na ciência, tais como as descobertas da radioatividade por Henri Becquerel ou da penicilina por Alexander Fleming, como tendo ocorrido por acidente, no entanto, o que é possível afirmar à luz da observação científica é que terão sido parcialmente acidentais, uma vez que as pessoas envolvidas haviam aprendido a "pensar cientificamente", estando, portanto, conscientes de que observaram algo novo e interessante.
Os progressos da ciência são acompanhados de muitas horas de trabalho cuidadoso, que segue um caminho mais ou menos sistemático na busca de respostas a questões científicas. É este o caminho denominado de método científico.
A hipótese
A Hipótese (do gr. Hypóthesis) é uma proposição que se admite de modo provisório como princípio do qual se pode deduzir pelas regras da lógica um conjunto dado de proposições, ou um mecanismo da experiência a explicar.
Literalmente pode ser compreendida como uma suposição ou pergunta, conjetura que orienta uma investigação por antecipar características prováveis do objeto investigado e que vale, quer pela confirmação através de deduções lógicas dessas características, quer pelo encontro de novos caminhos de investigação (novas hipóteses e novos experimentos).
No método científico, a hipótese é o caminho que deve levar à formulação de uma teoria. O cientista, na sua hipótese, tem dois objetivos: explicar um fato e prever outros acontecimentos dele decorrentes (deduzir as consequencias). A hipótese deverá ser testada em experiências laboratoriais controladas.Se, após muitas dessas experiências, os resultados obtidos pelos pesquisadores não contrariarem a hipótese, então ela será aceita como uma lei e integrada à uma teoria e/ou sistema téórico.

Feira de Ciências

Está chegando o dia da Feira de Ciências e Tecnologias. Com o tema "Evolução e Diversidade" muitos trabalhos científicos serão desenvolvidos, entre outros: Evolução da anestesia, Carbono 14, Evolução dos aparelhos de televisão, Reaproveitamento do lixo.

Você não pode ficar de fora.